Favoritos Recomende

AÉREO CRUZEIROS DICAS HOSPEDAGEM INFORMAÇÕES PARQUES SERVIÇOS TERRESTRE

 

 

 

 

SEGURO VIAGEM

É comum alguns chamarem Seguro Viagem de Assistência Viagem, Assistência Médica Internacional, ou até (de forma equivocada) de Seguro Saúde.

Na prática, a principal diferença está em quem pagará pelo serviço no momento que for utilizado. é uma questão de quem desembolsará o pagamento.

O seguro viagem prevê que o viajante pague todas as despesas médicas do próprio bolso e depois solicite o reembolso à seguradora (dentro dos limites de valores estabelecidos em contrato). Para isso, será necessário apresentar comprovantes de despesas médicas, laudos, notas fiscais e tudo mais que possa confirma o atendimento. É burocrático e pode trazer muita dor de cabeça. A vantagem é o viajantes poder escolher qualquer lugar para ser atendido, independente de fazer parte da rede conveniada do seguro.

A assistência viagem funciona de maneira diferente. O atendimento será todo arcado pela seguradora contratada (claro que dentro dos limites previstos no contrato). Diferente do seguro viagem, a assistência viagem prevê que o segurado deve entrar em contato com a empresa contratada antes de receber o atendimento. A seguradora então indicará um local para que o atendimento seja realizado e o segurado não precisará desembolsar nada. Todo o pagamento será arcado pela seguradora. A desvantagem é a obrigatoriedade de ser atendido no local indicado, salvo casos de emergência.

O seguro é a garantia de ter o auxílio de empresas interligadas mundialmente para oferecer assistência médica, odontológica e até jurídica, em caso de processo no exterior. Além disso, os planos cobrem repatriação em caso de morte, seguro de acidentes pessoais e contra extravio de bagagem (é preciso avisar a companhia aérea e a seguradora antes de sair do aeroporto). Tudo à distância de apenas uma ligação telefônica, em geral gratuita e com atendimento 24 h em português.

As assistências médica e odontológica são voltadas para situações emergenciais. Por isso, nem todas as seguradoras cobre doença preexistente, mesmo quando desconhecida anteriormente ou que tenha se manifestado pela primeira vez apenas durante a viagem. O atendimento é feito apenas até o diagnóstico da doença e, a partir daí, a despesa corre por conta da pessoa. A lista de eventos não cobertos é extensa. Emergências causadas por ato ilegal praticado pelo turista, uso de qualquer tipo de tóxico, tentativa de suicídio, terrorismo e catástrofes naturais são alguns deles.

O procedimento em caso de doença, em geral, é simples. Você passa mal, liga para a central de atendimento do seguro e conversa com o atendente. Se estiver em condições de ir sozinho ao hospital, ele indicará o nome de algum médico para você procurar. Caso contrário, ele poderá enviar o médico até seu hotel, fazer um resgate por ambulância ou orientar que você pegue um táxi (o valor será reembolsado na volta; atendimentos em cruzeiros também funcionam por reembolso, pois navios costumam cobrar – e caro – pagamento imediato). No hospital, se o médico solicitar e a central aprovar, você pode ser encaminhado a especialistas, fazer exames, ser internado, operado, enfim, o que for necessário. Os remédios também entram no jogo, desde que comprados com ordem médica. Tudo, é claro, dentro do limite de gastos estipulado em contrato.

Conversar com um consultor é a melhor maneira para você escolher o seguro mais adequado para suas necessidades e que garantam cobertura por todas as cidades pelas quais você for passar. Lembre-se de pedir o máximo de dias permitidos no valor que escolher pagar, mesmo que não pretenda ficar tanto – isso garante a continuidade dos seus direitos em caso de atrasos no vôo de volta. A vigência do plano deve começar antes mesmo do seu embarque aqui. E vá tranqüilo, levando um time todo na bagagem.

SEMPRE:
- Ligue para a central antes de procurar atendimento
- Se for impossível, avise-a até 24 h após o evento
- Guarde os comprovantes de gastos para reembolso

Vale a pena gastar dinheiro com um?
Sim. As despesas médicas no exterior são caríssimas. O preço do seguro, é baixo perto dos US$ 20.000 que um braço quebrado pode custar.

É obrigatório ter um para ir ao exterior?
Países integrantes do Espaço Schengen estão exigindo o seguro com cobertura mínima de 30.000 euros.

Existe algum específico para morar fora? E para esportes radicais?
Não. Existem planos com duração de até um ano. Para esportes radicais, algumas empresas têm a opção de acrescentar essa cobertura. De modo geral, o seguro é um pacote "fechado" onde não permite optar pelas coberturas como acontece com seguro de carro ou casa.


VOLTAR

 

Copyright (c) 2008. Gold Star Turismo - Todos os direitos reservados