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Qual a diferença entre seguro-saúde e seguro de viagem?
O seguro-saúde cobre despesas com médicos e remédios.
O de viagem cobre tudo
isso mais gastos com imprevistos, como assistência jurídica, extravio de
bagagem, perda de embarque e indenização em caso de acidente.
Vale a pena gastar dinheiro com um?
Sim. As despesas médicas no exterior são caríssimas. O preço do seguro, que
chega a US$ 1,20 por dia, é baixo perto dos US$ 20.000 que um braço quebrado
pode custar. Muitos pacotes e cartões de crédito incluem, mas sem assistência
médica.
É obrigatório ter um para ir ao exterior?
Países que fazem parte do Tratado, freqüentemente exigem. Para permanência de
mais de 90 dias, alguns países europeus, como Alemanha, Espanha e Itália, só
permitem a entrada de quem tiver seguro com cobertura mínima de € 30.000.
Qual o melhor do mercado?
Depende da viagem. No geral, prefira um que tenha rede credenciada perto do
hotel e atendimento 24 horas. Quanto maior a cobertura, melhor. Por isso
indicamos a especialização da agência de turismo.
Existe algum específico para morar fora? E para esportes radicais?
Não. Existem planos com duração de até um ano. Para esportes radicais,
algumas empresas têm a opção de acrescentar essa cobertura. De modo geral, o
seguro é um pacote "fechado" onde não permite optar pelas coberturas como
acontece com seguro de carro ou casa.
Fonte: Viagem e Turismo
Ed. 102
O seguro é a garantia de ter o auxílio de empresas interligadas mundialmente
para oferecer assistência médica, odontológica e até jurídica, em caso de
processo no exterior. Além disso, os planos cobrem repatriação em caso de morte,
seguro de acidentes pessoais e contra extravio de bagagem (é preciso avisar a
companhia aérea e a seguradora antes de sair do aeroporto). Tudo à distância de
apenas uma ligação telefônica, em geral gratuita e com atendimento 24 h em
português.
As assistências médica e odontológica são voltadas para situações
emergenciais. Por isso, nem todas as seguradoras cobre doença preexistente,
mesmo quando desconhecida anteriormente ou que tenha se manifestado pela
primeira vez apenas durante a viagem. O atendimento é feito apenas até o
diagnóstico da doença e, a partir daí, a despesa corre por conta da pessoa. A
lista de eventos não cobertos é extensa. Emergências causadas por ato ilegal
praticado pelo turista, uso de qualquer tipo de tóxico, tentativa de suicídio,
terrorismo e catástrofes naturais são alguns deles.
O procedimento em caso de doença, em geral, é simples. Você passa mal, liga
para a central de atendimento do seguro e conversa com o atendente. Se estiver
em condições de ir sozinho ao hospital, ele indicará o nome de algum médico para
você procurar. Caso contrário, ele poderá enviar o médico até seu hotel, fazer
um resgate por ambulância ou orientar que você pegue um táxi (o valor será
reembolsado na volta; atendimentos em cruzeiros também funcionam por reembolso,
pois navios costumam cobrar – e caro – pagamento imediato). No hospital, se o
médico solicitar e a central aprovar, você pode ser encaminhado a especialistas,
fazer exames, ser internado, operado, enfim, o que for necessário. Os remédios
também entram no jogo, desde que comprados com ordem médica. Tudo, é claro,
dentro do limite de gastos estipulado em contrato.
Conversar com um consultor é a melhor maneira para você escolher o seguro
mais adequado para suas necessidades e que garantam cobertura por todas as
cidades pelas quais você for passar. Lembre-se de pedir o máximo de dias
permitidos no valor que escolher pagar, mesmo que não pretenda ficar tanto –
isso garante a continuidade dos seus direitos em caso de atrasos no vôo de
volta. A vigência do plano deve começar antes mesmo do seu embarque aqui. E vá
tranqüilo, levando um time todo na bagagem.
Sempre:
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Ligue para a central antes de procurar atendimento
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Se for impossível, avise-a até 24 h após o evento
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Guarde os comprovantes de gastos para reembolso
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