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Passageiros especiais, como idosos, pessoas com problemas de
saúde, portadores de deficiência física, gestantes e passageiros com
crianças pequenas devem ser os primeiros a embarcar no avião.
Grávidas
As empresas aéreas exigem atestado médico de mulheres que estejam
viajando até quatro semanas antes da data prevista para o parto ou que
tenham complicações na gestação. O atestado deve ser emitido durante a
semana que antecede o embarque.
Mesmo com autorização médica, as grávidas não devem viajar
sete
dias antes ou sete dias depois do parto. Também não é indicado que
recém-nascidos embarquem na primeira semana de vida.
Crianças e adolescentes
Crianças com menos de 2 anos pagam apenas 10% da tarifa normal,
mas devem viajar no colo do acompanhante. Passageiros com idade entre 2
e 12 anos incompletos pagam 50% do valor da passagem de adulto, com
direito a assento.
Em vôos nacionais, menores de 12 anos precisam de autorização
judicial quando não estiverem acompanhados pelos pais ou responsáveis. A
autorização não é exigida se a criança estiver junto de maiores de 21
anos com autorização dos responsáveis ou que sejam parentes próximos -
irmãos, tios, avós e bisavós. Em geral, adolescentes de 12 a 18 anos com
carteira de identidade ou certidão de nascimento podem viajar
desacompanhados, mas a regra pode variar de acordo com o Juizado de
Menores de cada área.
Em viagens internacionais, menores de 18 anos desacompanhados
só
podem viajar com autorização. Caso o menor esteja com apenas um dos
pais, deve ter a autorização do outro. Crianças com menos de 12 anos
ficam aos cuidados de funcionários da empresa aérea, tanto a bordo como
em terra.
Deficientes físicos
Os portadores de deficiência física têm direito a assistência das
companhias aéreas, aeroportos e empresas que prestam serviços
auxiliares. Eles devem avisar com antecedência quais são suas
necessidades e, obrigatoriamente, se precisam de algum cuidado ou
atendimento especial.
O embarque de portadores de deficiência é feito sempre 20
minutos
antes dos demais passageiros. Se necessário, eles podem usar suas
próprias cadeiras de rodas para ir até o avião. Os aparelhos utilizados
por deficientes físicos são considerados bagagem prioritária e podem ser
levados dentro da cabine de passageiros gratuitamente.
O portador de deficiência geralmente pode decidir se precisa
ou
não de acompanhante, cuja presença só é exigida pela empresa quando o
passageiro não for auto-suficiente. Neste caso, o acompanhante paga 20%
do valor da tarifa.
Deficientes visuais
Deficientes visuais ou auditivos podem levar seus cães auxiliares,
sem pagar nenhuma taxa extra, desde que o animal tenha um atestado de
sanidade. O cão viaja na cabine de passageiros, no chão da aeronave,
preso a uma coleira e com protetor de focinho.
Passageiros com problemas de saúde
Pessoas que precisam de atenção especial durante o vôo ou que
devem viajar de maca só podem embarcar se estiverem acompanhados por um
médico ou enfermeiro. A companhia aérea deve ser avisada com
antecedência sobre a necessidade de macas, ambulâncias, cadeiras de
rodas e atendimento especial.
Em casos de problemas de saúde que possam ser agravados
durante o
vôo ou de doenças contagiosas, o viajante tem de passar pelo setor
médico da companhia, que determinará a viabilidade da viagem.
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